The Journal of the Brazilian Society of Cancerology

Ainda há lugar para a antraciclina no tratamento do câncer de mama HER2-positivo na era da terapia-alvo?

O presente trabalho é um estudo retrospectivo com pacientes portadoras de câncer de mama em
estádios I a III que superexpressavam a proteína HER2, submetidas ao tratamento adjuvante ou
neoadjuvante, com esquemas contendo ou não antraciclinas seguidas de trastuzumabe, entre 2007
e 2012. Este trabalho tem como objetivos comparar esquemas contendo ou não antraciclinas
associadas ao uso de trastuzumabe em pacientes portadoras de câncer de mama HER2-positivo.
Resultados: no presente estudo observou-se melhora da SLD (66,9 x 49,7 meses), p=0,171, e SG
(89,5 x 61,4 meses), p=0,669, com esquema contendo antraciclinas, porém sem significância estatística.
Em relação aos esquemas, o ACTH apresentou a maior SG (61,05 meses versus 52,33 x 48 x 40 x 47 meses), p=0,032, para os respectivos esquemas TCH, AC-TH, ACH e T(CTX)H. Concluiu-se que
as antraciclinas ainda possuem papel de relevante impacto, sendo uma droga ativa e com ação sinérgica
com o trastuzumabe nas pacientes com câncer de mama HER2-positivo.

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